Maneki Neko

Maneki Neko

segunda-feira, 12 de março de 2007

001

Obrigado, por ficar sempre ao meu lado, mesmo quando não me compreende...
Obrigado, por seu meu companheiro, mesmo quando muitas vezes eu me faço ausente...
Obrigado, por cuidar de mim, mesmo quando de você eu não cuido...
Obrigado, por me fazer tão amada, quando eu nem ao menos lhe digo: " EU TE AMO!!! "
Mas palavras são apenas palavras.
Mas se isso lhe faz bem...(rs rs)
EU TE AMO!!!
E tudo que estamos vivendo, está fortalecendo mais o nosso sentimento.
Ou vai ou racha (rs rs)
Te Amo!!! Não consigo ficar com raiva de você, eu até tentei, mas não consegui...rs rs

Um comentário:

  1. Encontrei este escrito de Arthur da Távola, chamado Amor Maduro...
    será para onde caminhamos?
    Bjos

    O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado. Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.

    O amor maduro tem e quer problemas, sim, como tudo. Mas vive dos problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer. Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.

    Na felicidade está o encontro de peles, o ficar com o gosto da boca e do cheiro, está a compreensão antecipada, a adivinhação, o presente de valor interior, a emoção vivida em conjunto, os discursos silenciosos da percepção, o prazer de conviver, o equilibrio de carne e de espírito.

    O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois. Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados, cheios de sementes.

    Ele não pede... tem. Não reivindica... consegue. Não percebe... recebe. Não exige... dá. Não pergunta... adivinha. Existe para fazer feliz.

    O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa e nem quer nada do muito. Está relacionado com a vida e sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso.

    É feito de compreensão, música e mistério. É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. É o sol de outono: nítido mas doce..., luminoso, sem ofuscar..., suave mas definido..., discreto mas certo.

    Um Sol que aquece até queimar.

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